domingo, 22 de fevereiro de 2015



Estudo do Período Composto


Frase: Todo e qualquer enunciado que contenha em si um sentido, transmita uma mensagem.
Exemplo:
Fogo!
Silêncio!

*** O sentido é perfeitamente compreensível apesar de a frase ser composta por apenas uma palavra. É o mesmo caso do exemplo abaixo:

Oração: Enunciado que contém uma ação, um verbo mais precisamente.
Exemplo:
Corram depressa!
João está à sua espera.

Período Simples: Enunciado de sentido completo, que contém apenas uma ação verbal.
Exemplo:
O prédio está pegando fogo!
*** Apesar dos dois verbos, a ação verbal é uma só, e por isso é período simples.

Período Composto: Enunciado de sentido completo, que contém mais de uma ação verbal, ou seja, mais de uma oração.
Exemplo:
Corram depressa e saiam pela direita!
Corram, pois o prédio está pegando fogo!

Período Simples
Quando uma declaração, um enunciado, é composta apenas por uma oração, por uma ação verbal, é chamada de ORAÇÃO ABSOLUTA ou PERÍODO SIMPLES.
Exemplo:
Choveu muito esta manhã.
Lucas adoeceu repentinamente.

Período Composto
Quando uma declaração/ enunciado, contém duas ou mais orações, este enunciado é chamado de PERÍODO COMPOSTO.
Há dois tipos de período composto:

1. PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO
Como o nome já diz, um período composto por coordenação é formado por duas ou mais orações coordenadas, ou seja, que não possuem nenhum tipo de dependência uma das outras.
Exemplo:
Corram depressa e saiam pela direita!
Ele sabia a verdade mas ela negou tudo.

2. PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO
Este tipo de período é formado por uma oração principal que é complementada com uma ou mais orações subordinadas. Estas orações poderão exercer a função de sujeito, complemento nominal, adjunto adverbial, adjunto adnominal, etc, dentro da estrutura da oração principal.
Exemplo:
A polícia sabia que havia pessoas no prédio.
Quando eu voltar, farei o jantar.

Há também casos em que um mesmo período é composto por COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO.
Neste caso, o período possui dois tipos de relação: subordinação e coordenação. No caso abaixo, há uma oração principal, que possui duas orações subordinadas a ela, e estas duas orações são coordenadas entre si.
Observe:
É bom que ela venha amanhã e traga os livros.
Observe que a oração “que ela venha amanhã” não possui nenhum tipo de dependência com a oração “(que ela) traga os livros”. Contudo, ambas são subordinadas à oração principal, iniciada com “É bom que...”.

Período Composto por Coordenação
Quanto à classificação das orações coordenadas, temos dois tipos: Coordenadas Assindéticas e Coordenadas Sindéticas.

Coordenadas Assindéticas
São orações coordenadas entre si e que não são ligadas através de nenhum conectivo. Estão apenas justapostas.

Coordenadas Sindéticas
Ao contrário da anterior, são orações coordenadas entre si, mas que são ligadas através de uma conjunção coordenativa. Esse caráter vai trazer para esse tipo de oração uma classificação:
As orações coordenadas sindéticas são classificadas em cinco tipos: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.
Vejamos exemplos de cada uma delas:

Orações Coordenadas Sindéticas Aditivas: e, nem, não só... mas também, não só... como, assim... como.
- Não só cantei como também dancei.
- Nem comprei o protetor solar, nem fui à praia.
- Comprei o protetor solar e fui à praia.

Orações Coordenadas Sindéticas Adversativas: mas, contudo, todavia, entretanto, porém, no entanto, ainda, assim, senão.
- Fiquei muito cansada, contudo me diverti bastante.
- Ainda que a noite acabasse, nós continuaríamos dançando.
- Não comprei o protetor solar, mas mesmo assim fui à praia.

Orações Coordenadas Sindéticas Alternativas: ou... ou; ora...ora; quer...quer; seja...seja.
- Ou uso o protetor solar, ou uso o óleo bronzeador.
- Ora sei que carreira seguir, ora penso em várias carreiras diferentes.
- Quer eu durma quer eu fique acordado, ficarei no quarto.

Orações Coordenadas Sindéticas Conclusivas: logo, portanto, por fim, por conseguinte, consequentemente.
- Passei no vestibular, portanto irei comemorar.
- Conclui o meu projeto, logo posso descansar.
- Tomou muito sol, consequentemente ficou adoentada.

Orações Coordenadas Sindéticas Explicativas: isto é, ou seja, a saber, na verdade, pois.
- Só passei na prova porque me esforcei por muito tempo.
- Só fiquei triste por você não ter viajado comigo.
- Não fui à praia pois queria descansar durante o Domingo.


Exercícios
1-  Identifique as orações dos períodos a seguir e classifique-as:
a)  Não fomos ao aniversário, porém trouxemos o presente.
b)  Ou tentas se qualificar melhor, ou serás demitido.
c)   Conseguimos obter um ótimo resultado, pois nos esforçamos bastante.
d)  A garota não compareceu à aula porque estava doente.
e)  Viajamos muito e chegamos exaustos.
f)    Não vejo importância neste tema, portanto encerraremos a reunião.
g)  Não gosto de sua atitude, todavia não lhe trato mal.
h)  Sérgio foi bom filho; logo, será um bom pai.
i)    Os meninos ora brigavam, ora brincavam.
j)    Jaime trabalha depressa, contudo produz pouco.
k)  Os cães mordem, não por maldade, mas por precisarem viver.
l)    Adão comeu a maçã, e nossos dentes até hoje doem.

02- Relacione as colunas:
a) Tentou matar as formigas, mas não conseguiu.
b) Ele não sabia se trabalhava ou se tentava matar as formigas.
c) Ele queria ter uma casa e plantar uma horta.
d) Era chamado de vadio, pois trabalhava pouco.
e) Ele trabalhava pouco; logo era chamado de vadio.

(    ) relação de conclusão
(    ) relação de contraste, adversidade
(    ) relação de confirmação ou explicação
(    ) relação de alternância
(    ) relação de acréscimo.

03-    Classifique as orações destacadas conforme o código:
(a)    coordenada sindética aditiva
(b)   coordenada sindética adversativa
(c)    coordenada sindética alternativa
(d)   coordenada sindética conclusiva
(e)   coordenada sindética explicativa

a)       Não fales sem pensar e não terás de arrepender-te.
b)      Todos prometeram ajudar; muitos, porém, não cumpriram a promessa.
c)       Ela não só foi recebê-lo no aeroporto, como ainda se prontificou a mostrar-lhe a cidade.
d)      Vamos embora, pois o filme está muito chato.
e)      Você leu as cláusulas do contrato; não reclame, pois, das dificuldades que surgirem.
f)        As crianças, entusiasmadas, ora corria pelo quinta, ora entravam pelos corredores.
g)       Analisamos o projeto com muita atenção, portanto estamos aptos a executá-lo.
h)      O regulamento era bastante claro a esse respeito; no entanto, muitas pessoas teimavam em fingir que não sabiam de nada.
i)         Este diploma poderá facilitar teu ingresso na firma; contudo, não penses que o trabalho será sempre fácil.
j)         Quando o velho professor entrou, as autoridades levantaram-se e aplaudiram-no.
k)       Ele agradeceu a mim bem como a todos os presentes pela ajuda recebida.
l)         Saia da varanda que está muito frio.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Soneto de Separação


De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Interpretação
01-   Quantas estrofes e quantos versos tem o poema?

02-   Por que esse poema é um soneto?

03-   Quais palavras rimam entre si em cada estrofe?

04-   Interprete o que o eu-lírico quis expressar através do verso “Silencioso e branco como a bruma”.


05-  Qual é o tema central do soneto? Justifique.


06-  Que verso mais lhe chamou a atenção? Por quê?


O Romantismo 

Para entender melhor essa importante Escola Literária, vamos analisar um fragmento da obra Iracema, escrita por José de Alencar.

Iracema


Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
 Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. O guerreiro falou:
— Quebras comigo a flecha da paz?

— Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?
— Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
— Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

01-    O romance foi publicado em 1865, mas a narrativa não se passa no século XIX e sim num passado distante, como se comprova pelo primeiro parágrafo do texto. O indígena que aparece nos romances românticos não é o contemporâneo dos escritores, mas o índio que viveu aqui no início da colonização, Iracema representa essa raça. Por que Alencar situou sua narrativa num passado remoto?

02-    Os parágrafos 5, 6 e 7 são narrativos. Neles, apresenta-se uma situação de equilíbrio.
a)      Que fato rompeu esse equilíbrio?
b)      Como reagiu Iracema diante do fato?
c)      Qual foi a reação de Iracema depois de ter flechado o guerreiro branco?

03-    Copie da fala final de Iracema a expressão que indica o retorno do equilíbrio entre ela e o guerreiro branco.

04-    Ao descrever Iracema, o narrador recorre a comparações com elementos da natureza. Continue, como no exemplo, identificando o segundo termo da comparação em cada um dos casos:
Ex.: cor dos cabelos – asas da graúna
a)   Corpo de Iracema
b)   Doçura do sorriso
c)   Perfume do hálito
d)   Agilidade de Iracema
e)   Voz de Iracema

05- Que gesto demonstra o caráter nobre de Iracema?

06- Muitos vocábulos do texto são do tupi-guarani, uma das línguas faladas pelos nossos indígenas. Transcreva os vocábulos correspondentes a:
a)   Arara
b)   Cesto de palha
c)   Planta que fornece fibra para tecidos

07- Identifique as principais características do Romantismo do fragmento:

  

terça-feira, 18 de março de 2014

Memórias Literárias


Trabalhando Memórias Literárias

Memórias literárias são textos produzidos por escritores que dominam o ato de escrever como arte e revivem uma época por meio de suas lembranças pessoais. Esses escritores são, em geral, convidados por editoras para narrar suas memórias de um modo literário, isto é, buscando despertar emoções estéticas no leitor, procurando levá-lo a compartilhar suas lembranças de uma forma vívida. Para isso, os autores usam a língua com liberdade e beleza, preferindo o sentido figurativo das palavras, entre outras coisas. Nessa situação de produção, própria do gênero memórias literárias, temos alguns componentes fundamentais:

·       Um escritor capaz de narrar suas memórias de um modo poético, literário;

·       Um editor disposto a publicar essas memórias;

·       Leitores que buscam um encontro emocionante com o passado narrado pelo autor, com uma determinada época, com os fatos marcantes que nela ocorreram e com o modo como esses fatos são interpretados artisticamente pelo escritor.

A situação de comunicação na qual o gênero memórias literárias é produzido marca o texto. O autor escreve com a consciência de que precisa encantar o leitor com seu relato e que precisa atender a certas exigências do editor, como número de páginas, tipo de linguagem (mais ou menos sofisticada, por exemplo, dependendo da clientela que o editor procura atingir).
 
Exemplo:
 
 
O tempo, o chiado e as flechas
Aluno: Jhonatan Oliveira Kempim
Professor: Alan Francisco Gonçalves Souza
Escola: E. M. E. F. Teobaldo Ferreira – Espigão d’Oeste (RO)

 
Era no tempo das matas virgens. Os espigões de Espigão d’Oeste eram cobertos de cerejeiras, mognos, cedros, jatobás, ipês e de imensas castanheiras. Os rios e igarapés tinham vida e eram limpos. O sol nascia e se punha na maior paz. Ao dormir, podíamos ouvir o silêncio da noite que só era rompido pelos bramidos de macacos e de onças-pintadas. Morávamos em uma casa de madeira lascada de amburana. Ainda não existiam serrarias. O chão era de barro batido e o telhado, de folhas de buriti. Pelas frestas das paredes o vento nos visitava, deixando nossas noites sempre fresquinhas. Andava pelas matas ouvindo os sonoros cânticos dos pássaros. Olhava para o céu e via a moldura que envolvia a natureza.
Por algum tempo tive a certeza de que aqui era o paraíso. Era um território indígena. Era o paraíso da tribo Suruí.
Daquele tempo, do que minha mente não me escapa, foi a manhã do dia 17 de julho do ano de 1973. Fazia um calor insuportável. O sol ardia vermelho no céu, a fumaça ardia cinzenta em meus olhos e as fuligens desciam como se chovesse... Havia queimadas por todos os lados. Precisávamos de pasto. Queríamos o progresso. Na cozinha somente uma cuia, uma moringa, duas panelas de pedra e uma panela de pressão ornamentavam o ambiente junto do fogão a lenha.
Nessa manhã, meu filho mais velho brincava no terreiro e eu, dentro de casa, preparava o almoço. Meu marido havia saído com outros homens para fazer derrubada. Ouvi o primeiro chiado da panela de pressão que cozinhava o feijão. Observei a sombra da bananeira para marcar o tempo do cozimento... Foi esse o tempo que jamais queria que tivesse existido... Foi esse o tempo que jamais me esqueci...
Pela janela avistei Júlio César apanhando goiabas... A panela ainda chiava... Olhei mais uma vez para o quintal e Júlio César estava sentado a comer as frutas. Tudo era muito calmo... A panela ainda chiava... O tempo. O chiado. A flecha... Fiquei perplexa... A panela chiava... Júlio César não comia mais as goiabas, elas estavam espalhadas ao seu redor... A panela chiava... Fiquei surda e muda... Não ouvi mais chiados, não falei mais nada, não pensei mais em nada, não queria ver mais nada... O tempo parado. Eu surda. E meu grito:
— Nãoooooooooo...
O tempo me mostrou mais uma flecha, como a outra, certeira. Ela também veio fazer morada ao lado da anterior, na garganta do meu filho. Minhas trêmulas pernas me levaram ao encontro de algo que parecia mentira. Queria que tivesse sido apenas um sonho. Não foi sonho. Era tão real quanto a fuligem negra que cobria meu corpo; tão real quanto o vermelho do sol e dos meus olhos que agora ardiam não só pela fumaça, mas também pela dor; era tão real quanto o vermelho que passeava para fora do corpo de meu filho.
O chiado trouxe as flechas das mãos de um assustado suruí inocente, que foi combater o estranho e acabou tirando a vida de Júlio César. Foi o chiado, estranho som que não fazia parte daquele paraíso habitado por inocentes índios, araras, macacos e onças-pintadas. O desconhecido assusta. O chiado assustou o índio. A flecha me assustou.
Hoje me assusto ao olhar nossos espigões cobertos por pastos, abrigando uma ou outra castanheira e alguns ipês, sobreviventes árvores que resistiram às ações dos seus desconhecidos brancos. Imponentes árvores que assistem ao progresso das casas sem frestas para dar passagem ao vento, protegidas por grades e cercas elétricas. Imponentes árvores que assistem à falta d’água dos rios e dos igarapés. Imponentes árvores que encantam nossos olhos. Imponentes árvores que se fazem vivas para assistir ao maravilhoso espetáculo desse nosso céu rondoniense. Maravilhoso céu que presenciou o tempo, o chiado e as flechas. Maravilhoso céu que é meu cúmplice... Maravilhoso céu que divide comigo o sumiço da panela de pressão.
 
(Texto baseado na entrevista feita com a senhora Terezinha Von-Rondon Gonçalves.)
Interpretação:
01-Que o principal acontecimento que marcou a narradora? Por quê?
02-Que você sentiu ao ler a história? Justifique.
 
03-Que personagens aparecem na narrativa?
 
04-Que parte da história chama mais sua atenção? Por quê?
05-Em que tempo acontece a narrativa?
 
06-Em que espaço acontece a história?
07-O texto apresenta o narrador personagem ou o narrador observador? Justifique com elementos do texto.
08-Que expressões do texto demonstram que o narrador está se lembrando de algum fato?
 
09-Que sentimentos são expressos durante o enredo?
10-Hoje, que acontecimentos são registrados no lugar onde vive o narrador?